terça-feira, 15 de janeiro de 2008

sobre madrugadas silenciosas

muitas coisas se aprende sozinha ...
nas madrugadas sem fim,
no silencio dos dias frios.

Um comentário:

Rui disse...

E a cama se torna deserto, de tão vasta;
e oceano, de tão molhada de água salgada;
e procuro alguém de quem ter saudade, em vão,
só me vêem lembranças que não quero mais pra mim;
não sei muito o que quero,
mas sei o que não quero...
e sonho na madrugada,
dormindo - insone,
no silêncio de um dia frio
com um coração quente, ardente.