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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Tentação
terça-feira, 6 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Muitos
quarta-feira, 13 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
Noite de Pompéia
Devaneios me tomam por completa.
Desejo insano, cravado e consagrado.
Voluptosamente em chamas
Me perco.
Devassa.
Devoro.
E me entorpeço.
Desejo insano, cravado e consagrado.
Voluptosamente em chamas
Me perco.
Devassa.
Devoro.
E me entorpeço.
sábado, 12 de março de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Noite Perfeita
Pouca luz,nós dois,e a lua.
Como descrever uma noite perfeita?
Nossos corpos em ebulição dançam em ritmo quente.
Arrepios.
Meu corpo te provoca. O seu me domina.
Magia,sedução,sussurros...
Roubo-te beijos, sinto teu hálito quente e embriago-me em desejos.
Minhas mãos, em teu corpo escorregam...
e logo me entrego, com malícia, às delícias que esse amor me traz.
sábado, 18 de outubro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
domingo, 7 de setembro de 2008
Fim de noite
Chegamos a casa já era tarde...
Ainda cantávamos pedaçõs das músicas que ouvimos pela noite fora...
As nossas gargalhadas misturavam-se no meio da nossa cantoria...
- Shhhh ... Não acordes os vizinhos. - dizias-me entre risos e ao mesmo tempo que metias a chave na fechadura.
Abriste a porta, entramos e agarrei-me ao teu pescoço beijando-te a face...
Fechaste a porta e agarraste-me, empurrando-me contra a parede, mas tropeçamos um no outro e caímos no chão da entrada.
- Estás bem? - perguntaste-me enquanto me afagavas a cabeça.
Respondi-te com um beijo longo na boca e terminando por morder-te o lábio...
As tuas mãos percorreram o meu corpo e demoraram-se nas minhas pernas...
O teu corpo roçava-se no meu e a tua boca mordia incessantemente o meu pescoço enquanto tentava abrir caminho pelo meu decote...
Subiste um pouco o meu vestido...
O suficiente.
E em poucos segundos senti-te.
Os risos deram lugar aos gemidos...
As minhas mãos cravaram-se nas tuas costas...
Os teus movimentos eram rápidos, brutos, secos...
Repletos de desejo e impaciência...
Mordi-te a orelha...
Agarraste-me nos pulsos e colocaste-me os braços um pouco acima da minha cabeça...
Deixaste-me indefesa e isso agradava-me...
Mordeste-me o queixo e passaste a ponta da língua pelo meu pescoço até chegares ao meu peito...
Mesmo por cima do tecido mordeste-me os bicos e brincaste com os meus seios...
Deixaste-me ainda mais excitada...
Os meus gemidos eram cada vez mais intensos, assim como os teus movimentos...
O orgasmo chegou quase ao mesmo tempo que o teu...
Senti-o dentro de mim...
Quente...
Agradável...
A impaciência e o desejo haviam sido saciados e um silêncio abateu-se sobre nós...
As tuas mãos soltaram os meus pulsos...
O teu corpo deixou-se ficar sobre o meu...
E a tua cabeça apoiou-se no meu peito...
Adormecemos ali mesmo no chão frio, mas reconfortados pelo calor um do outro...
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Olhei o momento...
Olhei-o, sem pressa! Apreciei-lhe a serenidade, a paz.
Sentia o vento forte fazer meu vestido esvoaçar mas eu não vacilei.
Continuei e namorei o momento.
Ele se me entregou: era cor, melodia, era odor era harmonia...
Nada no horizonte! Apenas o escuro, eu e o momento...
apenas, nos amando!...
E nos amamos como loucos
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Cor - respondência
Remeta-me os dedos em vez de cartas de amor que nunca escreves que nunca recebo. Passeiam em mim estas noites que parecem repetir o amor bem feito que você tinha mania de fazer comigo. Não sei amigo se era o seu jeito ou de propósito mas era bom, sempre bom e assanhava as noites. Refaça o verso que mantinha sempre tesa a minha rima firme confirme o ardor dessas jorradas de versos que nos bolinaram os dois a dois. Pense em mim e me visite no correio de pombos onde a gente se confunde Repito: Se meta na minha vida outra vez meta
Remeta.
Elisa Lucinda
Ele murmura:
deixemos o sonho para quando os corpos se perderem
no excesso das imagens ou na sua imitação
eles simulam o amor
um olhar rápido pelo lugar abandonado
pressente-se ainda a fuga dos corpos
na aragem que limpa a casa
a memória poderá reconstruir tudo a partir das imagens
e do intenso cheiro a mato
por agora nada mais é visível
azul e mais azul e nenhuma mudança na paisagem
nenhum vestígio
as luzes apagaram-se o material foi guardado o lugar adormece por baixo do bolor imutável e no esquecimento os actores caminham para o fim do filme um gravador esquecido regista os passos que se afastam devagar não sabemos ao certo para onde.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
quinta-feira, 24 de julho de 2008
E por que haverias de querer...
E por que haverias de querer minha alma Na tua cama?
Disse palavras líquidas, deleitosas, ásperas
Obscenas, porque era assim que gostávamos.
Mas não menti gozo prazer lascívia
Nem omiti que a alma está além, buscando
Aquele Outro.
E te repito: por que haverias
De querer minha alma na tua cama?
Jubila-te da memória de coitos e de acertos.
Ou tenta-me de novo.
Obriga-me.
hilda hilst
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