terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Ciclos

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6 comentários:

Borderline Transtorno de Personalidade disse...

Bem assim!!! Tá add. Gostei muito do seu blog!

Anônimo disse...



Sei que não mereço
Todo o teu apreço
Sou irresponsável
Me chame assim mesmo

Sei que é bem verdade
Tudo de que me acusares
Já que estou em tuas mãos
Faz como entenderes

As canções mais tolas
Tendo os seus defeitos
Sabem diagnosticar
O que vai no peito

Pego o telefone
Ligo a televisão
Abro a geladeira
Mas não tem satisfação

E eu não vou me dar
Ao luxo de te perder
Eu me recuso a admitir
Que amar é sofrer

F.

Anônimo disse...



When the night has come
And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No I won't be afraid, no I won't be afraid
Just as long as you stand, stand by me

And darling, darling stand by me, oh now now
Stand by me
Stand by me, stand by me

If the sky that we look upon
Should tumble and fall
And the mountains should crumble to the sea
I won't cry, I won't cry, no I won't shed a tear
Just as long as you stand, stand by me

And darlin', darlin', stand by me, oh stand by me
Stand by me, stand by me, stand by me-e, yeah

(guitar)
STAND BY ME

Whenever you're in trouble won't you stand by me,
Oh now now stand by me
Oh stand by me, stand by me, stand by me

Darlin', darlin', stand by me-e, stand by me
Oh stand by me, stand by me, stand by me.

F.

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Anônimo disse...

Tudo o que te ensina existe solto por aí
De frente a quem te leva e te domina por amor
Colar de força no pescoço, sombra e água ruim
A vida que eu não tinha ainda agora começou
Um outro sonho tanto quanto os eu que já vivi
Um belo dia o sol do amor e a sombra da paixão
E vê a linha fina que separa aqui e ali
Já não escolhe, não distingue, tras dentro de si
Os grãos, os dons... grãos.

F.

Anônimo disse...



Se eu saísse correndo, gritando, cantando
Num pulo a colméia inteira vinha
Se eu tocasse a moda dos sete, a pedra das nove
Às cinco eu vejo aquela estrelinha

Pintassilgo do mato, oito pés do coco
Silêncio, um carro e acaba-se a folia
Indigente cantando eu viro de lado e abraço
Com todo o embalo dessa linha

Vai valer, então

Vai valer

Se eu deixasse mais claro, era claro
Eu jogo cacos pro alto e faço uma figura
Que vista de longe já houve quem visse de tudo
E os traços do rosto de uma santa

Mas eu não desisto e dobro os cabos e portos
Espero que ainda esteja viva
Não vou, permaneço fiel às idéias
E peço à colméia alguma garantia

Vai valer, então

F.